28.11.17

Como fazer uma decoração de Natal para crianças

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Quem tem criança pequena em casa, sabe que uma árvore de Natal tradicional pode ser um desafio quase impossível de manter em pé. Então, separa a tesoura, o feltro e o papelão que vou mostrar algumas ideias de DIY, que deixam mães tranquilas e crianças felizes.

Com três Natais de experiência com minha filha, achei algumas soluções acessíveis para os pequenos. E linda para as famílias.

Ah, e antes da Catarina, tive 16 anos de experiência com gatos destruindo árvores de Natal! (Para quem não tem gatos e não tem ideia do que estou falando: clique aqui)

Algumas ideias simples e fofas!

Árvore de feltro

Árvore Natal Feltro Não precisa de prática nem experiência. Se tiver uma régua melhor, se não tiver, vale cortar sem medo. Se ficar torto, é só lembrar que os galhos das árvores têm movimento. ☺️

A grande vantagem dessa árvore de Natal é os pequenos poderem mexer o quanto quiserem. Não tem risco de machucar nem quebrar nada.

Árvore de feltro DIYFiz os enfeites, só bolinhas, com feltro de também. Numa loja grande, que tem em todo lugar, achei esses outros detalhes (Papai Noel, meia vermelha e boneco de neve) fofos e, como eram se feltro, também grudam direto no feltro da árvore!

Ah! Colei na parede com fita dupla face daquelas mais gordinhas. ALERTA! Ficou grudada na parede parte da fita até a pintura seguinte! 😮

A dica é testar uma fita dupla face que não grude tanto. Ou colar um pedaço pequeno e tirar pra conferir o estrago. E aí você decide se vale a pena procurar outra fita ou se vale arriscar. ☺️

Árvore de papelão

Com 2 anos e meio, Catarina amava (e ainda ama) pintar. Então decidi fazer uma árvore com ela e pra ela.

Medidas árvore de natal de papelão Comprei uma placa de papelão de um metro. Todas as caixas que achei pra reciclar eram menores.

Com ajuda de uma régua, marquei onde faria os cortes. Queria que ela ficasse bonitinha.

Depois de desenhar a árvore, chegou a hora de cortar! Usei estilete e quando terminei, já tinha 4 lados para árvore. As duas partes de fora, ficam semelhantes às de dentro.

Montagem do papelão Como as duas laterais soltas ficam um pouco menores, decidi colocar a árvore numa caixa pequena que tinha por aqui. Seria o tronco!Base árvore de papelão E aí chegou a hora de pintar! Catarina entrou em ação e teve liberdade pra pintar como quis. No final, cansou e pediu pra eu terminar.

Cortina de bolas

Cortina natalina com balões e fitas Essa ideia é um pouco decoração e muito diversão!

Peguei papel crepom nas cores natalinas (vermelho e verde) e uma fita bonitona de Natal. Pendurei num corredor com umas bolas (bexigas) e pronto!

Catarina fez o resto! Correu de um lado pro outro, pulou, tentou tirar fitas e bolas. Sucesso total. Até uns adultos eu vi se divertindo quando passaram pela cortina.

E, para esse ano, comecei umas ideias e volto pra postar quando ficarem prontas!

Quem quiser, pode acompanhar no nosso Instagram.

24.11.17

Brincar Importa em todos os lugares – Cozinha de papelão

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Essa cozinha linda de papelão foi feita pela professora Camila para seus alunos entre 4 e 5 anos de idade para eles brincarem na escola. E por aqui a gente defende que crianças precisam brincar! Queria uma professora assim! ❤️

Eu sempre fico muito muito muito feliz de receber fotos, mas não sabia bem se “podia” postar. Achava que podiam pensar em comparação e tals. Mas, na verdade, eu acho mesmo que recebo imagens de brinquedos que ficaram muito melhores, mais bonitos e funcionais do que os que eu faço. A pia da Camila, por exemplo, tem torneira de verdade! Quantas possibilidades de aprendizado e trabalho de coordenação motora estão envolvidos nesse brincar! É maravilhoso.

E acabo não dividindo essas maravilhas com vocês. #alerta #culpamaterna

Resolvi mudar!

Então, está aberta a temporada de posts por aqui com tudo de lindo que já me mandaram, marcaram, citaram.

Quem me marcou tem muito tempo, pode me mandar email (carol@catarinabrinca.com.br), direct, inbox, sinal de fumaça(?)…

Brinquedo de papelão

“Carol, olhando os brinquedos que você faz com papelão, resolvi fazer uma pia e um fogão para os meus alunos!

Falta muito para eu chegar no seu nível, mas as crianças adoraram!

Você é minha inspiração!! Sou sua fã!! ❤”

Camila Eugenio

Bebedouro-SP

Camila, sua cozinha ficou linda! Linda! Linda! E eu fiquei muito feliz de saber que as crianças estão brincando nas escolas, trabalhando a imaginação com muita criatividade! Eu que sou fã da sua profissão e de você também! Obrigada pelo carinho! ❤️

23.11.17

Sinais de alerta para evitar o câncer infantil

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Especialistas da Fundação do Câncer falam sobre a doença, que é a segunda causa de morte de crianças e adolescentes no Brasil

Sinais de alerta câncer infantil

Em 23 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. A ideia da data é estimular ações preventivas e educativas associadas à doença, que é a segunda causa de morte infantojuvenil (de 0 a 19 anos) no Brasil, atrás apenas dos óbitos por causas externas.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), foram estimados 12.600 novos casos no país em 2017. Apesar dos números, se diagnosticado precocemente tem até 80% de chances de cura.

As leucemias correspondem ao tipo mais frequente da doença em crianças e adolescentes (26%), seguidas dos tipos epiteliais e linfomas (14%) e dos tumores do sistema nervoso central (13%). Também há uma predominância maior da doença em meninos, de 140 casos por milhão quando nas meninas é de 126 casos por milhão.

Fundação do câncer

Segundo especialistas da Fundação do Câncer, o câncer infanto-juvenil é diferente daquele que acomete os adultos, tanto biologicamente quanto clinicamente.

“Os tumores nos adultos estão associados à ação de vários fatores de risco como tabagismo, alimentação inadequada, sedentarismo e exposição a outros agentes carcinogênicos. Em crianças e adolescentes isso já não ocorre, a maioria é de origem embrionária, ou seja, provém de células formadas na vida intrauterina do bebê, com relação direta a algumas características gestacionais, perinatais e até mesmo sociodemográficas maternas. Em geral, são tumores mais agressivos, mas ao mesmo tempo respondem melhor aos tratamentos, principalmente à quimioterapia”, diz a bióloga epidemiologista da Fundação, Rejane Reis.

É preciso estar atento. Se a criança tem sintomas que vão e voltam, procure um médico imediatamente. “Os primeiros sinais do câncer infantil são bem semelhantes a várias doenças comuns à idade, o que dificulta o diagnóstico. Entre alguns dos indicadores da doença estão: perda de peso, palidez, anemia, febre constante, dor óssea sem histórico de trauma no local e massas abdominais”, afirma o médico epidemiologista da instituição, Alfredo Scaff.

Por isso, é importante que o pediatra e os responsáveis fiquem atentos a eventos de repetição para que o diagnóstico oportuno seja feito e iniciado o tratamento, cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico, o quanto antes.

Fundação do Câncer:

É uma instituição privada e sem fins lucrativos que, há mais de 25 anos, realiza ações estratégicas para o controle do câncer no Brasil com programas e projetos de promoção da saúde, prevenção, diagnóstico precoce, educação e pesquisa. Tem atuação direta na assistência com o Hospital Fundação do Câncer, no Rio de Janeiro, que foi projetado para ser um centro de referência em oncologia no país. A unidade oferece atendimento humanizado e tecnologia de ponta, com estrutura de serviços disponível em um só lugar.

18.11.17

Parem de aumentar a culpa materna

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🤔🤐🗣Uma coisa me irrita muito nessa vida (várias, mas vou falar de uma pq to precisando): falta de responsabilidade com os outros. Se juntar isso a culpa materna… me tira do sério!! 😡😤

Somos diferentes! Às vezes escolhemos caminhos diferentes, mas nem sempre é escolha. Às vezes só seguimos o caminho que foi possível.

Acho super justo quem se orgulha de ter conseguido “sua vitória”, mas isso não torna você melhor que outra mãe, que não fez o mesmo que vc.

A gente não conhece a história de ninguém.

Eu, por exemplo, amamentei Catarina até 2 anos e 10 meses. 😮

eu tenho orgulho de mim por isso? Tenho. Mas eu sei que tive milhões de privilégios para conseguir isso. Por isso, nunca julguei quem não amamentou. Seja por decisão ou por falta de opção, eu não conheço aquela história. E não tenho o direito de achar que sou melhor que ngm. Até pq eu não sou mesmo.😆

Eu tive parto normal. Eu não tinha medo da dor, eu achava que era assim e ponto. Mas se vc tem medo da dor, da espera ou se por qq outro motivo (tá vendo, nunca vou saber todos os motivos. Ngm sabe) vc optou por fazer cesariana, eu torço igualmente que tudo ocorra bem e respeito a SUA decisão.

E acho mesmo que ngm tem nada com isso! O corpo é seu. O filho também.

Acho lindo o discurso “falta informação” que tanto se prega pela internet. Mas é lindo só na teoria, pq na prática é cruel. E excludente.

Ngm sabe de tudo. Nem médicos nem mães. Então, não joguem a culpa, por alguém ter tomado uma decisão diferente da sua, na falta de informação da mãe! Às vezes ela sabe até mais que vc, mas fez a escolha DELA. Ou, quem sabe, ela não teve escolha. E às vezes ela nem teve interesse/tempo/dinheiro/saco/vontade de pesquisar.

Criticar alguém, ou pior, debochar e fazer pouco da realidade de alguém é cruel!!!

Se vc tem algum conhecimento que pode de fato ajudar o outro, explique. Conte pra todo mundo. Fale e grite o que vc sabe.

Mas, por favor, não venha com: ah, ngm sabe nada! As mães x estão iludidas/erradas/perdidas.

Parem e respeitem os outros. Respeitem o caminho dos outros! A dor de quem você não conhece.

Aumentar a culpa fazendo card não ajuda ngm! Tenham responsabilidade! Espalhem conhecimento, informações e amor.

Ensinem amor!❤️

Beijos, Carol Eloy

Texto postado nas redes sociais: @Instagram Brincar Importa e /Facebook Brincar Importa – Catarina Brinca

(Vou trazer pra cá tb um pouco dos desabafos sobre a maternidade!)

06.09.17

Plataforma educativa da Repsol Sinopec no Boulevard Olímpico

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A Plataforma Educativa, programa itinerante da Repsol Sinopec Brasil, ganha edição especial no Rio de Janeiro em comemoração aos 20 anos da Companhia. De 4 a 10 de setembro, das 9h às 17h, o público poderá participar de atividades gratuitas no Boulevard Olímpico, em frente ao AquaRio. Terão oficinas de educação ambiental, apresentação musical, vídeo em realidade virtual, além de contação de histórias indígenas, vôlei sentado e passeio às cegas.
As atividades da Plataforma Educativa no Rio de Janeiro serão realizadas por instituições parceiras da Repsol Sinopec, como Instituto Costa Brasilis e o IOUSP (Instituto Oceanográfico da USP), Fundação SOS Mata Atlântica, Museu de Arte do Rio – MAR, Ciclo Orgânico, Instituto Superar e Escola de Música da Rocinha. O evento acontecerá próximo ao AquaRio, que também é parceiro da Companhia.
No feriado de 7 de setembro, o destaque da programação é a Orquestra de Câmara da Rocinha, que fará apresentação às 11 horas. Sob a regência do maestro Rodrigo Belchior e com arranjos do músico instrumentista Leandro Braga, a orquestra apresentará uma releitura de clássicos da música popular brasileira, como Cidade Maravilhosa, Juízo Final, Saudades da Guanabara e Assum Preto.

Programação:

Plataforma Educativa Repsol Sinopec Brasil

De 4 a 10 de setembro

Das 9h às 17h

Praça Muhamad Ali, em frente ao AquaRio
Oficinas de educação ambiental

A Mata é a Nossa Casa – Videoclipe da música “Casa”, feito em 360º e realidade virtual, do cantor e produtor musical Emicida, em parceria com a agência DPZ&T. No clipe, um motorista preso no engarrafamento passa a imaginar como seria o mundo se o planejamento realizado para as grandes cidades levasse em conta o meio ambiente. Com a equipe da Fundação SOS Mata Atlântica. Exibições individuais com o uso de celulares acoplados a óculos 3D. De 4 a 10. Segunda a domingo, das 9h às 17h.

 

Tarô Ambiental – A atividade passa de forma lúdica conceitos de preservação do meio ambiente. A cada rodada é tirada uma carta que traz um tema de discussão. Com a equipe do Instituto Costa Brasilis/ IOUSP. De 4 a 10. Segunda a domingo, das 9h às 17h.

EnTenda o Lixo – Conversa sobre questões relacionadas ao lixo marinho, apresentação dos tipos mais comuns de resíduos encontrados nas praias e oceanos, possíveis origens e ações necessárias para a mitigação e solução do problema. Com a equipe do Instituto Costa Brasilis/ IOUSP. De 4 a 10. Segunda a domingo, das 9h às 17h.

Maquete Dinâmica da Mata Atlântica – Maquete simula o percurso de um rio em região de topografia montanhosa, que ao perder suas matas ciliares de encosta e de topo de morro, fica com seu solo desprotegido e sujeito à intensa degradação, principalmente pela erosão causada pelas chuvas. Com a equipe da Fundação SOS Mata Atlântica. De 8 a 10. Sexta a domingo, das 9h às 17h.

Plantio de Hortaliças – Oficina aborda a importância e facilidade de produzir hortaliças em casa, despertando a consciência para alimentação saudável. Também mostra como sobras de alimentos podem virar adubo orgânico e ser usados em uma compostagem caseira. Com a equipe da Fundação SOS Mata Atlântica. De 8 a 10. Sexta a domingo, das 9h às 17h.

 

Minhocário – Oficina de compostagem em que os participantes aprenderão como criar minhocas em casa para transformar restos e cascas de alimentos em um excelente adubo para as plantas. Com a equipe do Ciclo Orgânico. Dias 9 e 10. Sábado e domingo, das 9h às 17h. 

 

Apresentações culturais e recreativas

 

Orquestra de Câmara da Rocinha – Apresentação do Núcleo de Orquestra dos alunos da Escola de Música da Rocinha sob a regência do maestro Rodrigo Belchior. Com arranjos do músico instrumentista Leandro Braga, o repertório traz uma releitura de clássicos da música popular brasileira como Cidade Maravilhosa, Juízo Final, Saudades da Guanabara e Assum Preto. Dia 7. Quinta, às 11h.

 

Histórias indígenas – Histórias indígenas – Contação de histórias tradicionais indígenas relacionadas à programação da exposição “Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena” do Museu de Arte do Rio – MAR.

 

➢ Árvore gosta de você – Mpó tl’amatl’i dieh

Encontro para ouvir e contar histórias, cantar e brincar em celebração e agradecimento à natureza. Com o contador de histórias Dauá Puri. Dias 7 e 9. Quinta e sábado, às 15h.

 

➢ Os Segredos da Índia Poti

Apresentação de mitos, lendas e causos do universo indígena como: Os Segredos da Índia Poti, O Retorno da Arara Amarela, Cumade Fulozinha (história adaptada do povo Potiguara), O casamento de Nhamandu e Jaci, Curupira e Dona Onça, entre outras. Com a educadora indígena Carol Potiguara. Dias 8 e 10 de setembro. Sexta e domingo, às 11h.

 

Vôlei adaptado e passeio às cegas – Partida de vôlei adaptado sentado com alunos do Instituto Superar. No passeio às cegas, o público será conduzido pelos instrutores e poderá vivenciar um passeio de olhos vendados. Com a equipe do Instituto Superar. Dia 9. Sábado, às 10h.

 

Plataforma Educativa Repsol Sinopec

O programa Plataforma Educativa é promovido de forma voluntária pela Repsol Sinopec desde 2009 e o percorre cidades litorâneas dos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. O objetivo é levar conhecimento, qualificação e aperfeiçoamento profissional às comunidades costeiras onde a Companhia atua.

Já esteve em 18 cidades levando desenvolvimento para mais de 12 mil pessoas, por meio de cursos gratuitos de qualificação profissional para pescadores e difusão de conteúdos relacionados ao meio ambiente, segurança e saúde. As atividades ocorrem no interior de um caminhão baú de 12 metros de comprimento, que se transforma numa sala de aula. Mais informações em: repsolsinopec.com.br